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		<title>giselebaumgarten</title>
		<link>http://giselebaumgarten.blog.terra.com.br</link>
		<description>Comunica&#231;&#227;o e Tecnologia</description>
		<language>pt-BR</language>
		<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
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			<title>N&#227;o gostei do exame, quero outro!</title>
			<description>Extra&#237;do do blog da Zucco. Parece at&#233; piada, mas &#233; real...
Imagine que del&#237;cia. Voc&#234; vai ao m&#233;dico fazer uma consulta. - Bom dia Dr. - Bom dia. E a&#237; o que lhe trouxe at&#233; aqui? - &#201; que eu ando com um probleminha a&#237; Dr. e me disseram que era pra eu vir conversar com o senhor. Ando com umas dores estranhas no peito e estou um pouco preocupado. Ser&#225; que o senhor pode me ajudar? - Claro, vamos fazer uma radiografia. Voc&#234; vai at&#233; a cl&#237;nica, faz a radiografia e retorna ao consult&#243;rio. O m&#233;dico d&#225; uma boa olhada e conclui: - Olha, o senhor est&#225; com uma mancha que me parece um c&#226;ncer. - C&#226;ncer, hummm&#8230; n&#227;o gostei, quero que vc fa&#231;a outra radiografia, uma mais amena sabe, essa t&#225; muito f&#250;nebre,muito ca&#237;da, pra baixo, faz uma de pneumonia, ou algo parecido uma coisa mais &#8220;up&#8221;. Ah! e muda as cores tamb&#233;m, to achando que esse preto t&#225; confundindo. Pode me entregar pra amanh&#227;? Certamente essa cena seria rid&#237;cula dentro de um consult&#243;rio m&#233;dico, mas j&#225; dentro de uma ag&#234;ncia&#8230;&#8230;&#8230; normal. Falta um pouco de confian&#231;a no trabalho das ag&#234;ncias. N&#227;o generalizando. Fica isso para pensarmos um pouco. </description>
			<link>http://giselebaumgarten.blog.terra.com.br/nao_gostei_do_exame_quero_outro</link>
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			<title>MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL</title>
			<description>Como Usar, Como Comunicar Gisele Baumgarten Rosumek O designer faz todo o seu trabalho: desenvolve uma marca leg&#237;vel, original, aplic&#225;vel, memor&#225;vel. Desenvolve um manual de identidade visual completo, pensando em todas as aplica&#231;&#245;es poss&#237;veis para a marca gr&#225;fica. E entrega todo este material para o cliente, este muito satisfeito com o trabalho. Recebe seu pagamento, talvez at&#233; ganhe algum pr&#234;mio com o projeto. Pode at&#233; continuar prestando servi&#231;os para o cliente. Meses depois, ao adentrar um dos pontos de venda do cliente, v&#234; a marca aplicada de maneira incorreta em um cartaz. Ent&#227;o, analisando detalhadamente todo o ambiente, percebe outras incoer&#234;ncias: a marca foi alterada em suas propor&#231;&#245;es em um formul&#225;rio, a fonte original foi trocada no bordado dos uniformes. O que houve de errado? Vamos a algumas especula&#231;&#245;es. Talvez a ag&#234;ncia manteve contato apenas com o departamento de marketing, ou qualquer outro que tenha solicitado o servi&#231;o. E este departamento, com uma vis&#227;o centralizadora, manteve o manual de identidade visual em sua posse, sem divulg&#225;-lo para outros membros da organiza&#231;&#227;o. Ora, praticamente todos em uma empresa acabam usando a marca de alguma maneira: em uma correspond&#234;ncia, em uma apresenta&#231;&#227;o de slides, relat&#243;rios, e-mails, e toda a infinidade de ve&#237;culos em que a marca possa ser inserida. E todas estas pessoas devem estar conscientes da melhor maneira de usar a marca gr&#225;fica, assim como a grande import&#226;ncia de se respeitar as aplica&#231;&#245;es propostas no manual. Quanto maior a empresa, e mais fragmentada for (com v&#225;rias unidades, departamentos, franquias, pontos de venda), maiores as chances de usos sem unidade da marca. Em casos como franquias e empresas de servi&#231;os, esta falta de uniformidade &#233; fatal para a percep&#231;&#227;o global da marca por parte do consumidor. No caso de empresas menores, pode ser mais f&#225;cil controlar a aplica&#231;&#227;o da marca, pois seu uso normalmente &#233; centralizado. Por&#233;m, ainda assim, existe a possibilidade de um fornecedor copiar a marca gr&#225;fica do site e usar em uma proposta de servi&#231;os para o cliente. E o fornecedor s&#243; tentou agradar! Para que as recomenda&#231;&#245;es do manual sejam seguidas, sugerimos algumas a&#231;&#245;es:&#160;- N&#227;o presumir que a simples exist&#234;ncia do manual de identidade visual, por mais bem feito que seja, garante a sua utiliza&#231;&#227;o. Sua consulta deve se tornar um h&#225;bito, da mesma maneira que se consulta um dicion&#225;rio ao redigir um texto. Para criar o h&#225;bito, &#233; necess&#225;rio o conhecimento da sua exist&#234;ncia.&#160;- O treinamento (mobiliza&#231;&#227;o dos funcion&#225;rios) pode ser feito por algum departamento respons&#225;vel na empresa, ou pode ser um servi&#231;o a mais prestado pela ag&#234;ncia de propaganda ou design que desenvolveu a identidade.&#160;- Que tal criar uma equipe de &#8220;policiais da marca&#8221;? &#201; um recurso interessante para empresas com muitas unidades. Esta equipe deve ser um dos primeiros p&#250;blicos a receber o treinamento.&#160;- Uma carta / declara&#231;&#227;o do presidente ou membro da diretoria da empresa, enfatizando a import&#226;ncia de se manter a identidade visual coesa, pode ser publicada nos meios de comunica&#231;&#227;o interna da empresa: house organ, jornal mural, e at&#233; inclu&#237;da no pr&#243;prio manual de identidade.&#160;- Ainda falando do manual em si, &#233; bom lembrar sempre de usar uma linguagem f&#225;cil e acess&#237;vel para leigos em design. O manual deve ser o mais completo e objetivo poss&#237;vel, eliminando ao m&#225;ximo ambig&#252;idades, interpreta&#231;&#245;es duvidosas e casos omissos.&#160;- O manual pode ficar dispon&#237;vel na biblioteca da empresa, uma vers&#227;o digital na intranet, ou uma c&#243;pia impressa para cada departamento.&#160;- Deve ser revisto sempre que surgirem casos que n&#227;o haviam sido previstos inicialmente. Assim evita-se a obsolesc&#234;ncia. Por&#233;m, deve-se estar atento para que estas revis&#245;es sejam feitas por especialistas, preferencialmente os que desenvolveram a identidade, para que as inclus&#245;es n&#227;o fujam do conceito. A exist&#234;ncia e o cumprimento das recomenda&#231;&#245;es do manual de identidade visual da marca s&#227;o fundamentais, pois a padroniza&#231;&#227;o visual transmite precis&#227;o, modernidade e organiza&#231;&#227;o para a imagem empresa. </description>
			<link>http://giselebaumgarten.blog.terra.com.br/manual_de_identidade_visual</link>
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			<title>Vale a pena ler: A Brasiliza&#231;&#227;o do Mundo</title>
			<description>Leia na &#237;ntegra em:http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1629561-EI6782,00.html
O soci&#243;logo italiano Giuliano da Empoli viajou ao Brasil pela primeira vez no ver&#227;o europeu de 2001, por raz&#245;es do cora&#231;&#227;o. Embarcou atr&#225;s de sua ent&#227;o namorada italiana. A rela&#231;&#227;o amorosa n&#227;o vingou, mas o pa&#237;s lhe deu uma singular inspira&#231;&#227;o intelectual. Em oposi&#231;&#227;o aos que dizem que o mundo se americaniza, o jovem pensador, 34 anos, conselheiro do ministro da Cultura italiano, apresenta uma outra tese: as sociedades modernas vivem um processo de &#34;brasiliza&#231;&#227;o&#34;. Para ele, o Brasil &#233; um &#34;espelho aleg&#243;rico&#34; do mundo contempor&#226;neo. Giuliano da Empoli dever&#225; desembarcar agora no final do m&#234;s de maio no Brasil para promover o lan&#231;amento de seu livro Hedonismo e medo: nosso futuro brasileiro (ed. Sulina). Est&#225; prevista uma confer&#234;ncia do autor na ESPM, em S&#227;o Paulo. Recentemente, ele esteve em Paris como principal convidado de um debate sobre o tema da &#34;brasiliza&#231;&#227;o&#34; do mundo, nos encontros promovidos pelo fil&#243;sofo Michel Maffesoli. Na manh&#227; seguinte ao evento, conversamos longamente sentados &#224; mesa no Caf&#233; de Flore, no bairro Saint-Germain des Pr&#232;s, em uma entrevista feita para a revista &#201;POCA (n&#176; 464/abril). Giuliano da Empoli sustenta que no Brasil convivem desde h&#225; muito tempo dois p&#243;los que emergem em outros pa&#237;ses: o Carnavalesco e o tr&#225;gico. Segundo ele, a experi&#234;ncia brasileira do hedonismo e da trag&#233;dia se repete em diferentes nuan&#231;as em outros sociedades do planeta, nos mais diferentes dom&#237;nios, do pol&#237;tico ao cultural, do religioso ao social. Ele critica os que se apegam ao um racionalismo exagerado e ultrapassado, priorizam a peste e o medo e ignoram a orgia, a celebra&#231;&#227;o e o sup&#233;rfluo. Os dois p&#243;los, diz, se atraem e se refor&#231;am, e quem quiser entender os tempos modernos ter&#225; de estar atento ao que ocorre no Brasil. O mundo come&#231;a a dan&#231;ar no ritmo do samba, diz Giuliano da Empoli. Para o melhor e para o pior. </description>
			<link>http://giselebaumgarten.blog.terra.com.br/vale_a_pena_ler_a_brasilizacao_do_mundo</link>
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			<title>Marca e Identidade Visual</title>
			<description>Mais um trecho (editado) do meu artigo &#34;Comunica&#231;&#227;o Integrada de Marketing (...)&#34;. Trecho ali&#225;s que inpirou o artigo que estou escrevendo atualmente, publica&#231;&#227;o de trechos em breve.
Marca e Identidade Visual
A marca, em uma defini&#231;&#227;o simples, &#233; uma conven&#231;&#227;o utilizada para identificar e definir um produto, servi&#231;o ou empresa. Por&#233;m a marca possui um conceito mais abrangente, podendo ser definida como a &#8220;s&#237;ntese da experi&#234;ncia de valor que cada consumidor viveu junto &#224; empresa, produto ou servi&#231;o que a marca denomina&#8221; (SAMPAIO, 2002, p. 187). &#201; assim que o consumidor percebe uma marca, e &#233; a partir desta experi&#234;ncia de valor que ir&#225; optar por uma marca ou outra. De acordo com Shimp (2002, p. 33), &#8220;uma marca possui valor &#224; medida que os consumidores se familiarizam com ela e t&#234;m armazenadas em sua mem&#243;ria associa&#231;&#245;es favor&#225;veis, fortes e &#250;nicas&#8221;. Uma marca com imagem bem desenvolvida junto ao consumidor e fornecedores, para Shimp (2002) cria barreiras para a entrada de concorrentes, diferencia a oferta da empresa das demais, permite obter vantagens de varejistas e outros intermedi&#225;rios, oferece a garantia de um desempenho consistente e fornece os benef&#237;cios que o consumidor busca, como qualidade, conveni&#234;ncia e status. Ainda permite, de acordo com Sampaio (2002), garantir maior lealdade de consumidores, clientes e advogados, menor vulnerabilidade a a&#231;&#245;es competitivas de marketing da concorr&#234;ncia, menor vulnerabilidade a varia&#231;&#245;es de mercado e da economia, pre&#231;os superiores de venda e maiores margens, menor rea&#231;&#227;o a aumento de pre&#231;os e maior rea&#231;&#227;o a promo&#231;&#245;es e ofertas, aumento constante da efetividade e retorno dos investimentos em marketing. Diante de todas estas vantagens, as empresas devem desenvolver a imagem de suas marcas para que se tornem fortes, e possam usufruir destes benef&#237;cios. A marca de uma organiza&#231;&#227;o absorve tudo o que acontece no ambiente em que se insere. A imagem de determinada marca &#233; sempre resultado da contribui&#231;&#227;o de um grande n&#250;mero de agentes, tudo que uma empresa diz ou faz s&#227;o formas de contato da sua marca com diferentes p&#250;blicos. Como existem for&#231;as externas agindo sobre a marca que n&#227;o podem ser controladas, a empresa precisa controlar tudo o que est&#225; ao seu alcance, desde a propaganda at&#233; a atitude dos funcion&#225;rios, para que a imagem de sua marca seja coesa. Aaker (2001) acredita que a imagem da marca &#233; afetada por tudo que est&#225; associado a ela, como a imagem do usu&#225;rio t&#237;pico formada da mente dos clientes, os funcion&#225;rios, os patroc&#237;nios, o tempo da marca no mercado, seus s&#237;mbolos (logotipo, identidade visual, personagem ou mascote), etc. O design cria uma identidade objetiva e subjetiva para a marca, destacando-a das demais e auxiliando no seu posicionamento. Deve transmitir a ess&#234;ncia da personalidade da marca, servindo como uma s&#237;ntese da mesma. Um problema muito comum na comunica&#231;&#227;o das empresas &#233; a falta de aten&#231;&#227;o &#224; sua logomarca. &#201; usada de qualquer maneira, alterando cores e propor&#231;&#245;es. Em outros casos usa-se uma logomarca com desenho diferente em cada material. Este n&#227;o &#233; um erro encontrado apenas nas pequenas empresas. Muitas empresas grandes descuidam de suas logomarcas, chegando a utilizar duas vers&#245;es diferentes em um mesmo material. Estes descuidos podem ser evitados seguindo-se as indica&#231;&#245;es do manual de identidade da marca. A aten&#231;&#227;o &#224; logomarca &#233; o primeiro cuidado que deve ser tomado na comunica&#231;&#227;o da empresa, pois ela nada mais &#233; do que a representa&#231;&#227;o visual da empresa para seus clientes, capitalizando todos os significados da marca como um todo. O logotipo est&#225; interligado &#224; marca, &#233; um s&#237;mbolo visual da empresa, &#233; um lembrete simb&#243;lico da marca para seus consumidores. Transmite aos consumidores seguran&#231;a quanto &#224; qualidade e proced&#234;ncia do produto ou servi&#231;o, permitindo-lhes tomar decis&#245;es diante das in&#250;meras possibilidades de escolha. &#201; a maneira pela qual os clientes identificam a marca de sua prefer&#234;ncia e a reconhecem entre as outras. Logo, o cliente n&#227;o poder&#225; localiz&#225;-la facilmente se, cada vez que a procura, o desenho da logomarca mudou. Desde a logomarca e papelaria da empresa at&#233; a forma como os colaboradores se apresentam e lidam com os clientes formam a imagem da marca. A decora&#231;&#227;o, arquitetura e fachada, campanhas publicit&#225;rias, localiza&#231;&#227;o dos pontos de venda, cordialidade das pessoas, tudo isso forma um conjunto de percep&#231;&#245;es do consumidor em rela&#231;&#227;o &#224; empresa, que podem ser positivas ou n&#227;o. A identidade visual da empresa, que dever&#225; estar descrita no manual de identidade da marca, &#233; um dos fatores que geram a imagem da marca. Um Programa de Identidade Visual (PIV) padroniza o aspecto visual da organiza&#231;&#227;o, e engloba o logotipo, as cores e o alfabeto institucional, papelaria, letreiros, embalagens, uniformes, sinaliza&#231;&#227;o, banners, pintura de frota, etc. Ele permite a diferencia&#231;&#227;o da empresa dos concorrentes, a transmiss&#227;o dos conceitos e valores da empresa e afirma a proposta de sua marca. </description>
			<link>http://giselebaumgarten.blog.terra.com.br/marca_e_identidade_visual</link>
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			<title>Qual o impacto das celebridades nos an&#250;ncios?</title>
			<description>Adotar famosos como garotos-propaganda de campanhas publicit&#225;rias est&#225; se tornando uma estrat&#233;gia cada vez mais comum entre as empresas. No entanto, essa iniciativa pode ter efeitos indesejados, dependendo do artista escolhido para promover o produto, segundo pesquisa divulgada pela consultoria GfK. 
O estudo indicou que as empresas que contratam celebridades para propagandas obt&#234;m resultados mais r&#225;pidos a curto prazo em compara&#231;&#227;o &#224;quelas que aderem a modelos an&#244;nimos. Contudo, deve-se tomar cuidado, como explica Cristiane Coradi, gerente de pesquisa de marcas e comunica&#231;&#227;o da consultoria: &#34;h&#225; ganhos e perdas dos dois lados. A celebridade gera mais impacto, tanto positivo como negativo. Ela 'gruda' na marca&#34;. De acordo com ela, se o famoso em quest&#227;o n&#227;o tiver uma boa aceita&#231;&#227;o do consumidor, haver&#225; perdas para a empresa. 
A GfK consultou 1.470 consumidores brasileiros para verificar o impacto que os comerciais com artistas t&#234;m no mercado. A empresa determinou quais as caracter&#237;sticas que 51 celebridades agregam a 24 marcas que est&#227;o anunciando. O estudo criou uma grada&#231;&#227;o que vai de -30 (pontua&#231;&#227;o m&#237;nima) para 30 (pontua&#231;&#227;o m&#225;xima), abordando aspectos como intelig&#234;ncia, charme, confiabilidade, educa&#231;&#227;o, impetuosidade, alegria, entre outros. 
A modelo Gisele B&#252;ndchen, por exemplo, agrega muito mais em charme (20 pontos) do que em intelig&#234;ncia (-11 pontos) na opini&#227;o do consumidor. Ronaldinho Ga&#250;cho, por sua vez, agrega mais em anima&#231;&#227;o (10 pontos) e quase nada em charme (-29 pontos). 
A executiva Cristiane Coradi endossa que o consumidor n&#227;o v&#234; com bons olhos um mesmo artista que faz propagandas de diversas marcas ao mesmo tempo. &#34;A audi&#234;ncia fica confusa, acaba n&#227;o relacionando a celebridade com as marcas, ou lembra apenas de uma e esquece das outras&#34;, diz. 
Cristiane salienta que o estudo &#233; feito apenas com celebridades bastante conhecidas. &#34;O consumidor desconfia de celebridades muito pol&#234;micas, que s&#227;o expostas em esc&#226;ndalos, etc.&#34;. Segundo ela, a vida pessoal dos artistas influencia e muito no impacto que eles ter&#227;o no p&#250;blico quando anunciam uma marca. 
Ela cita o exemplo de Luana Piovani, cujo &#34;&#237;ndice de favorabilidade&#34; foi baixo na pesquisa. &#34;O consumidor brasileiro &#233; muito conservador, valoriza a moral e os bons costumes, a fam&#237;lia. A Luana &#233; considerada muito impetuosa e fora desses padr&#245;es morais. Ela recebe muitas cr&#237;ticas do consumidor. 
Al&#233;m disso, a consultoria concluiu que o consumidor valoriza o artista que mostra ter responsabilidade social. &#34;O Ra&#237;, por exemplo, tem a Funda&#231;&#227;o Gol de Letra, isso pega bem&#34;, explica Cristiane. Segundo ela, se a celebridade tem origem pobre e consegue ganhar dinheiro com o trabalho, melhor ainda, a imagem do artista vale mais perante uma marca. &#34;O artista arrogante, que n&#227;o ajuda as pessoas, n&#227;o &#233; bem visto&#34;. 
Mesmo depois da pesquisa ser divulgada, Cristiane explica que algumas empresas ainda fazem escolhas aleat&#243;rias em rela&#231;&#227;o &#224; celebridade que v&#227;o escolher para representar suas empresas. &#34;As companhias tamb&#233;m levam em conta fatores como cach&#234;, que deve se adequar ao budget (or&#231;amento) da empresa&#34;, diz. Mas, segundo ela, a maioria das companhias se conscientizou de que &#233; necess&#225;rio um planejamento antes de qualquer estrat&#233;gia de marketing. </description>
			<link>http://giselebaumgarten.blog.terra.com.br/qual_o_impacto_das_celebridades_nos_anun</link>
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